25 de mai de 2017

Fonte da praça Dom Pedro II - Década de 1950


Raríssimo registro da fonte que foi estruturada na então praça Dom Pedro II (atual praça Dep. Renato Celidônio / Centro de Convivência). 

Não se sabe ao certo se essa fonte também seguia o mesmo modelo da que fora instalada na praça Raposo Tavares, em maio de 1957. Ou seja, se era iluminada/luminosa. De toda sorte, a imagem é do final da década de 1950, o que comprova o fato de que o então prefeito Américo Dias Ferraz realmente deu cabo ao seu projeto de implantar diversas fontes por praças de Maringá. Alguns defendem que Ferraz lançou a ideia de inaugurar 10 fontes até o final de sua gestão, em função de ter lançado a ideia quando Maringá completou 10 anos. 

Além das que foram concebidas nas praças Raposo Tavares e Dom Pedro II, outra fonte teve sua construção iniciada na praça Napoleão Moreira da Silva. Mas as obras não foram concluídas pelos embates administrativos e políticos do final da gestão de Américo Dias Ferraz, em 1960.

Fonte: Museu Unicesumar / Acervo Maringá Histórica. 

Maringá Velho x Maringá Novo - Década de 1950


Registro feito no início da década de 1950.

O primeiro núcleo mostra as oito quadras onde se formou o "Maringá Velho", com a clareia à direita que foi ocupada pelo campo de futebol da SERM. Ao fundo, de maneira mais distribuída e ordenada, o "Maringá Novo", que foi projetado por Jorge de Macedo Vieira.

O apontamento mais importante dessa imagem está localizado à esquerda, local que é possível identificar a colônia de ferroviários responsáveis pela expansão da linha férrea por Maringá. Foi por meio desse detalhe que foi possível referendar o período em que a foto foi feita, pois os trilhos ainda não haviam chegado ao centro da cidade - fato que só viria a ocorrer no final de 1953, com a respectiva inauguração da Estação Ferroviária em janeiro do ano seguinte. 

Fonte: Museu Bacia do Paraná / Acervo Maringá Histórica. 

19 de mai de 2017

Fonte Luminosa - Registro noturno


Registro da Fonte Luminosa, na praça Raposo Tavares, no final da década de 1950.

Destaque para as pessoas que aparecem para assistir a dança das águas e das luzes. Ao fundo, os prédios se iluminam pela avenida Getúlio Vargas. 

A imagem foi feita por Kenji Ueta e, sem dúvidas, trata-se de uma das mais belas fotos da Fonte Luminosa que, durante décadas, foi cartão postal e ponto turístico de Maringá.

Saiba mais sobre o local clicando AQUI

Fonte: Foto - Kenji Ueta / Museu Unicesumar / Acervo Maringá Histórica. 

18 de mai de 2017

Inaugurações da Praça Napoleão Moreira da Silva

A antiga praça da Rodoviária, que outrora abrigou um "Bosque de Essências", foi nomeada praça Napoleão Moreira da Silva em 4 de maio de 1957, por meio da Lei 32/1957. O objetivo foi homenagear o baiano que fora eleito um dos primeiros vereadores e presidentes da Câmara de Maringá, que faleceu em um desastre aéreo naquele mesmo ano.

Em 1960, o então prefeito Américo Dias Ferraz ensaiou a construção de uma fonte luminosa nesse espaço. Prometeu entregá-la em três meses. Não cumpriu a promessa. O projeto fez parte do seu audacioso desejo de edificar algumas fontes pelas praças da cidade.

Durante as comemorações do 15º aniversário de Maringá (10 de maio de 1962), a praça Napoleão Moreira da Silva foi reurbanizada e ganhou os traços arrojados do conhecido arquiteto brasileiro José Augusto Bellucci. As obras foram efetivadas por meio da parceira estabelecida entre a Prefeitura Municipal e a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná.


Descerramento da placa durante a inauguração, após a reurbanização, da praça Napoleão Moreira da Silva, em maio de 1962.

Dez anos depois, em comemoração aos 25 anos de Maringá (maio de 1972), o prefeito Adriano José Valente instalou, por meio de ato solene, o busto de Napoleão Moreira da Silva na praça que leva o mesmo nome. Junto do então prefeito, a esposa do baiano que morreu na tragédia aérea, Armelinda Fernandes Moreira.


Instalação solene do busto de Napoleão Moreira da Silva, em maio de 1972. A obra é de autoria do médico Waldemar Prandi. 

Fonte: Kenji Ueta / Acervo JC Cecílio / Acervo Maringá Histórica.

17 de mai de 2017

O tempo e o templo - Década de 1970

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Nomeado "O tempo e o templo", este é um dos mais belos registros feitos das duas Catedrais (em construção e da estrutura da madeira - Nossa Senhora da Glória) no início da década de 1970. 

A autoria da imagem é de um dos primeiros dentistas que aportaram em Maringá, Laércio Nickel Ferreira Lopes.

Fonte: Foto - Laércio Nickel Ferreira Lopes / Museu Unicesumar / Acervo Maringá Histórica.