22 de mai de 2019

Exposição Lentes da Memória: raros registros maringaenses


Em parceria com o Museu Unicesumar, o Maringá Histórica faz a abertura da exposição Lentes da Memória: raros registros maringaenses neste sábado (25/05), às 9h, no próprio museu.

Dezenas de registros imagéticos da história de nossa cidade. Alguns, expostos de forma inédita. 

Venha participar conosco!


19 de mai de 2019

Fofão e a Turma do Balão Mágico - Abril de 1984





Raríssimos registros do show de "Fofão e a Turma do Balão Mágico", ocorrido no Estádio Regional Willie Davids. 

Organizado por José Carlos, um dos maiores produtores de shows de Maringá nas décadas de 1980 e 1990, o evento foi realizado em 22 de abril de 1984. Não era um domingo qualquer. Tratava-se de um domingo de Páscoa e Expoingá. Ou seja, tudo para dar errado. 

Por meio de um relato inédito para a historiografia local, José Carlos apresenta os desafios que foram impostos para a realização daquele show histórico ocorrido em nossa cidade:


"Efetivamente comecei a produzir shows em 1982 e minha primeira produção no Chico Neto aconteceu no dia 4 de maio daquele ano com Elba Ramalho em sua meteórica aparição para o público brasileiro, depois de vencer o Festival de Montreux na Suíça e com seu crescente sucesso, que se tornaria o maior hit das paradas no ano seguinte: “Bate Coração”.

Quando decidi realizar meu sonho de produzir grandes shows, um Zé sem eira nem beira, optei por fazer as promoções com a Rádio Cidade Canção FM, onde fora funcionário e tinha excelente relacionamento. Fazia dois ou três anos que surgira uma nova emissora FM em Maringá e bastante diferente do tradicional da Cidade Canção, era moderna e cheia de gás para conquistar público e audiência. Mesmo em 82, fizemos uma experiência na nova rádio com a realização do show com Baby Consuelo e Pepeu Gomes no dia dos namorados com muito sucesso. Isso nos levou a uma parceria que rendeu vantagens para os dois lados.

Em 1984, depois de vários shows no Chico Neto e da parceria estabelecida, conte aí Toquinho, Alceu Valença, Moraes Moreira, Joanna entre tantos outros, consegui convencer o difícil Paulo Chuvisco, empresário da Turma do Balão Mágico, com o apoio incondicional do seu “Mário” tradicional dono de circo e, avô da Simoni, antigo morador de Atalaia e amigo comum de um grande amigo, o Cido Borges, artista plástico de primeira hora, na época autor dos cenários dos espetáculos do circo. 

Juntaram-se a empresa que cuidava dos negócios do Fofão e fez parceria com o Balão Mágico em vários shows com muito sucesso por regiões, principalmente capitais e cidades maiores para a realização de shows. É preciso explicar que, os direitos do Balão Mágico, programa de televisão que envolvia diretamente o grupo de Simoni, Mike e Tob pertenciam por contrato com os apresentadores, ao grande Augusto Cesar Vanucci, que também era o diretor do programa. A ele também pertenciam os direitos de uso e imagem dos lindíssimos balões que estrelavam e encantavam a criançada na abertura do programa matinal na TV.

A parceria entre a Turma do Balão Mágico, que tinha contrato de gravação com a CBS Discos e o escritório que representava o Fofão, abriu a possibilidade de se realizar shows que passou a se chamar “Fofão e a Turma do Balão Mágico” e que tinha apenas uma exigência, obrigatoriamente teria que ser realizado em estádio, pois a presença de público era fantástica e os custos aterradores, pois como o pessoal do seu Mário era de circo, em cada show, toda a família (Avó, avó, mãe, tios, primos, e eventualmente alguns amigos, formava a troupe. Desta forma eram aproximadamente 50 pessoas que viajavam. Fizemos o primeiro show em Londrina e a previsão era que se realizaria no Estádio do Café, mas no dia do show chovia torrencialmente o que nos obrigou a realizar o show no Ginásio do Moringão, só que em duas sessões, pois no estádio estavam vendidos mais de 30 mil ingressos e o Moringão acolheria escandalosamente no máximo, 18 mil pessoas. Coisa linda e feia de se ver ao mesmo tempo. Imagina as dores de cabeça...

Depois fizemos o show em Apucarana, pensa num desastre completo. Não conseguimos colocar mais de 4 mil pessoas no Ginásio do Lagoão... 

Depois de algum tempo chegou a vez de marcarmos o show para Maringá, eles continuavam com a agenda lotada, entre datas possíveis e outras travadas pelos direitos todos que, se não podiam fazer shows, acertavam gravações e mais gravações tentando impedir as datas para os shows serem realizados, já Brasil afora.

A data possível para Maringá seria o dia 22 de abril daquele ano. Um domingo como qualquer outro? Não exatamente. Era Domingo de Páscoa e com Expoingá rolando em seu primeiro final de semana. Tudo para dar errado, com certeza. Fomos a luta para a divulgação do evento, porque nossa tarefa seria gigantesca. De cara não conseguimos acertar a divulgação com a rádio parceira. O jovem e audacioso diretor, tinha pretensões de chamar para si a realização do show. A arrogância não foi pouca. Por decisão minha que tinha a data e o direto de produzir o show, acertei com a Cidade Canção FM a divulgação do evento. Prá que? Arrumei uma baita confusão. Antes desses eventos eu tinha negociado com o então secretário de esportes do município, uma pessoa em particular que se tornou além de amigo pessoal, um grande ídolo pela seriedade e honradez que demonstrou com o que se seguiu, o senhor Alvaro Fernandes. Primeiro assumimos o compromisso com o secretário de não montar palco sobre o gramado e muito menos deixar o público acessar aquela área do estádio que tinha no seu Walter um guardião ferrenho da qualidade e do orgulho da cidade. Não imaginávamos que o audacioso diretor da rádio caçula, realmente queria, porque queria tomar conta do show. 

Procurou a empresa em São Paulo que tinha escritório quase esquina da Avenida São Gabriel nos Jardins, também próximo à igreja de São Gabriel e lá fez mil promessas para tomar para sí a promoção do evento. Quando não conseguiu, pois nosso acerto já era de alguns meses, aí o camarada se enfureceu de vez. Decidiu fazer o show “oficial do Balão Mágico” no mesmo dia e horário do nosso, só que sem os artistas principais, a Turma do Balão Mágico, contratou o Castrinho que fazia parte do elenco do programa, a prima da Simoni, que não me lembro o nome da menina, que estava começando a tentar carreira, o grupo Brasilian Gengis Kan que era um grande sucesso na época, e também o Trio Los Angeles, outro grupo de boa bilheteria. Por outro lado, foi ao Prefeito Said Ferreira para pressiona-lo para que o estádio Willie Davids fosse cedido a ele, e não a nós, como já fora acertado. Claro que o prefeito, repassou a bronca para o secretário, que desde o primeiro momento manteve-se firme na concessão feita anteriormente e que, não poderia ceder o estádio para o sábado, pois o show de domingo precisaria de utilizar do local para a montagem ao espetáculo que se realizaria as 10 da manhã do domingo. Depois de muita pressão e negociação, o seu Álvaro Fernandes foi e voltou à prefeitura duas ou três vezes chamado ao gabinete para esclarecer porque cedia o estádio pra um Zé qualquer, negando para uma importante empresa da cidade. Esclarecidas as razões que não se tratava de fazer ou desfazer de ninguém, mas uma questão de tempo, tínhamos negociado o estádio há mais de 45 dias e contratos assinados, não se tinha como voltar atrás sem arrumar um belo de um problema jurídico, restou ao diretor aceitar a concessão do Ginásio Chico Neto, na tarde de sábado para a realização do seu espetáculo que nem sei mais que nome deram ao show. Vem daí o local escrito errado: Local: GINÁSIO CHICO BENTO e isso foi só uma coincidência com o erro de composição na gráfica.  Há uma versão muito bacana desse fato. No dia do show, no período da tarde, a prima da Simony, acho que o nome dela é Luciana, vai com a mãe na rádio dar entrevista ao saudoso amigo Marcio Rocha, locutor do horário. Isso foi contado tempos depois pelo próprio Márcio. A mãe da garota se posicionou bem atrás da entrevistada, no jeito de sussurrar no ouvido dela, as respostas às perguntas da entrevista. Assim foi até o final quando das despedidas. Márcio um jovem mais experiente entrevistador, apresentador, faz o pedido: “Então Luciana, faça seu convite para todas as crianças que estão nos ouvindo para o show desta tarde”. Na resposta, sob orientação da mãe, a garota tascou: “quero, convidar todos, os meus amiguinhos, de ... Maringá, para irem, ao nosso show, no Ginásio Chico Bento, as três da tarde”. Pego de surpresa e preocupado em dar o recado certo, Márcio interferiu: “Ô Luciana, o local do show vai ser no Ginásio Chico Neto”. A garota não teve dúvidas com o atrevimento do locutor em corrigi-la: “Minha mãe falou que é no Chico Bento e se minha mãe falou que é no Chico Bento, é no Chico Bento”.... Risadas e mais risadas...

O que me lembro é que eles trouxeram para divulgar o show os balões da abertura do programa, lindos, maravilhosos e imponentes, enquanto o balão que tínhamos era um bichinho feio, com listras pretas, amarelas e vermelhas que ficou escondido na garagem do hotel durante todo o tempo de divulgação, aliás saiu de lá poucas vezes, quando o levávamos para a praça da Catedral e o pessoal elevava grupos de crianças a mais ou menos uns 80, 100 metros de altura, com o balão amarrado ao solo e isso virou uma sensação, com filas quilométricas de crianças para “andar de balão”. Os balões oficiais não podiam fazer isso. Não se esqueçam que, todas as ações com balões, panfletagem e “passeios de balões” foram realizadas em meio às celebrações da Semana Santa e Vigília Pascal na catedral, Dom Jaime não nos recomendaria em momento algum, com certeza. Outra estratégia era a de distribuirmos panfletos do nosso show (imprimimos 100 mil unidades) enquanto eles içavam os balões oficiais do programa. A cada ação, nossa venda de ingressos era um estrondo na Banca do Massao, parceiro de muitos shows. Na verdade todo o trabalho ficava por conta do irmão Issao.

Para o show tínhamos o compromisso com seu Álvaro de não estragar o gramado sob hipótese nenhuma, sob a vigilância do Walter, então como montar um palco para atender ao show e ao público que estaria em toda volta do estádio, de forma que a visão não fosse prejudicada? Todas as formas pensadas, não satisfaziam uma ou outra exigência e a mais pesada, não estragar o gramado. Mas não havia cenário nem equipamento e poderíamos dar um jeito também de não utilizar retornos em cima do palco. Um dia a tarde passei pelo supermercado para comprar algumas coisinhas para casa e uma coisa me chamou a atenção. Na época era moda a tal Coca Litro e, principalmente com a chegada da Páscoa, havia uma concentração enorme de vasilhames empilhados no interior do supermercado em exposição para as vendas que deveriam ser arrebatadoras. Fui em outro supermercado, na época eram poucos na cidade, e vi a mesma coisa. Me lembrei do amigo João Tietê que era gerente operacional da fábrica da Coca Cola na cidade, e no dia seguinte lá fui procurar o amigo para pedir uma ajuda. 

Em que consistia meu pedido. Arrebanhar todos os engradados vazios, já que os vasilhames estavam expostos no mercado e o retorno só aconteceria depois do domingo de Páscoa, e levar para o estádio onde montaríamos o palco.  A ideia a princípio, assustou os responsáveis pelos artistas e a segurança das crianças era outro ponto importante a ser considerado. Mas com a argumentação de que, os engradados, para facilitar o transporte tinham encaixes que evitavam que escorregassem um do outro, amarraríamos os cantos com tábuas que formariam cantoneiras, seguras por cordas que dariam volta por todo o palco, conversa vai, conversa vem, aos poucos a coisa se tomou forma e no final da tarde do sábado lá estava montado um imponente tablado que serviria de palco, não estragaria a grama, daria uma visão legal dos artistas por todo o estádio. Acho que foi o primeiro palco do gênero usado num espetáculo de grande ou pequeno porte, na verdade acredito que tenha sido a única e última vez. 

Engraçado que me lembro, na época tinha um comercial da Coca na TV onde o Zico bebia num gole só todo o conteúdo de uma garrafa de 300 ml do refrigerante e eu, achava aquilo um absurdo. Pois não é que tomei, algumas dúzias, no sábado e domingo, do refrigerante trincando de gelado, tal qual o Zico. Chique não?

Resultado da confusão toda, no domingo, 22 de abril de 1984, 10 horas da manhã sob um sol escaldante, mais de 23 mil pessoas pagaram ingresso para ver a apresentação do Fofão e a Turma do Balão Mágico no estádio Willie Davids. Ah o outro show? Dizem as más línguas que as obras do Edifício na esquina da Santos Dumont com a Herval e outro na Basílio Sautchuk com moderníssimos kitnets, deram sustento ao enorme prejuízo."

Fonte: Contribuições de José Carlos e Felipe Santos / Acervo José Carlos / Acervo Maringá Histórica. 

Motorista 115 da TCCC - Década de 1990


A foto mostra o motorista da Transporte Coletivo Cidade Canção (TCCC), José Gomes de Góis, em frente ao ônibus 2160. 

Como operava a linha de prefixo 115 (Maringá-Sarandi), o motorista acabou ficando popularmente conhecido como "115". 

José Gomes de Góis foi contratado para a função em 1990. Meses após fazer o registro acima, pilotando esse mesmo ônibus 2160, o motorista acabou batendo na traseira de outro veículo da Viação Garcia, em março de 1994. Esse acidente resultou em sua demissão. 

Essa é o único registro do ônibus que marcou José Gomes de Góis como o motorista "115". 

Fonte: Contribuição de Júlio Cezar Nunes / Acervo Maringá Histórica. 

Interior do Cine Maringá - 1950


Uma raridade. A foto mostra o interior do Cine Maringá, em 1950.

Nessa época, o cinema funcionava na avenida Brasil em frente da então praça da Rodoviária (atual Napoleão Moreira da Silva). 

Francisco Portilho Netto dá sua contribuição sobre o cinema que foi de sua família:

"[...] antes do Cine Maringá chegar a esse estado, ele já funcionava, mesmo com o cinema sem telhado, mas com piso de chão e paredes de apenas um metro de altura. A sessão começava assim que os clientes chegassem e estivesse escuro o suficiente para a projeção. Toda tarde, depois que os pedreiros paravam de trabalhar, tijolos eram empilhados de forma a sustentar as tábuas que serviriam de assento aos espectadores. Muitos levavam guarda-chuva para garantir o final da sessão, caso chovesse."

O empreendimento operou nesse local de 1948 a 1953, quando foi transferido para um novo, amplo e moderno prédio, na então avenida Ipiranga (atual Getúlio Vargas). A partir desse momento, e por meio de investimentos de um grupo de Botucatu, Odwaldo Bueno Netto passou a ter um dos mais significativos cinemas do interior do país

Fonte: Revista A Pioneira - Julho e Agosto de 1950 / Acervo Maringá Histórica.

Baile no Aero Clube de Maringá - Outubro de 1949

Em função da inauguração do Aeroporto de Maringá, ocorrida em 18 de setembro de 1949, foi organizado um baile de gala na sede social do Aero Clube de Maringá, então localizado na avenida São Paulo.

Estes são raros registros do interior desse clube, que ficou conhecido como um grande ponto de encontro da elite maringaense até a década de 1950. 

A primeira imagem mostra aspectos do salão completamente tomado pelos casais. A segunda registra uma das mesas dos convidados: ao centro aparece, de terno branco, Odwaldo Bueno Netto e, à esquerda, sua esposa, Winifred Ethel Bueno Netto. 



Reconheceu outros personagens? Deixe uma mensagem.

Fonte: Revista - A Pioneira de novembro e dezembro de 1949 / Acervo Maringá Histórica.

Série: Quem? - Stefano Ejias, 1948


O registro mostra uma casa sendo construída em Maringá no ano de 1948.

Trata-se da propriedade de Stefano Ejias, localizada na então rua Angustura (atual Arthur Thomas). 

Você tem informações sobre esse personagem? Deixe uma mensagem. 

Fonte: Revista A Pioneira - Julho e Agosto de 1948 / Acervo Maringá Histórica. 

Pioneiro: Arthur Hugh Miller Thomas

Arthur Hugh Miller Thomas nasceu em Edimburgo, capital escocesa, no ano de 1889.

Depois de concluir os estudos, adquirir experiência em comércio e trabalhos literários, Arthur Thomas foi para o Oriente, onde ficou 4 anos, especialmente em Singapura. Também passou pela Península Malaia e pela China, dedicando-se ao jornalismo, à cultura da borracha e outros serviços. 

Durante a I Guerra Mundial alistou-se como voluntário, servindo entre os anos de 1914 e 1918. No fronte, Arthur Thomas foi ferido por duas oportunidades na França, sendo igualmente condecorado por sua bravura. Ainda, chegou a ocupar o posto de comandante de uma das companhias mais significativas do regimento escocês. 

Em 1919, Arthur Thomas foi selecionado para administrar uma grande fazenda de algodão no Sudão. Eram mais de mil alqueires destinados para essa e outras culturas. A Sudan Plantations Syndicate era um empreendimento de propriedade de Simon Joseph Fraser, o famoso Lord Lovat.

No final de 1923, junto de um grande grupo de investidores, Lord Lovat chegou ao Brasil com o objetivo de encontrar grandes áreas para o cultivo de algodão e também para investimento imobiliário. Com isso, Arthur Thomas coordena a criação da Companhia de Terras do Paraná (CTNP), que tinha como subsidiária a Paraná Plantations Limited, em setembro de 1925.  

Quanto ao algodão, foram cinco anos tentando trabalhar com essa cultura em solo brasileiro sem sucesso. Havia outras prioridades do mercado estadual e nacional naquele período. Assim, Arthur Thomas dedicou sua atenção à colonização por meio de amplo projeto imobiliário que passou a ser desenvolvido nos mais de 515 mil alqueires paulistas, inicialmente, adquiridos do Governo do Estado do Paraná. 

Mister Thomas, como ficou conhecido, atuou como diretor-gerente da CTNP entre 1925 e 1949, quando foi substituído por Hermann Moraes Barros. Ao se retirar, passou a atuar em uma fazenda nas imediações de Londrina. Morreu aos 71 anos vítima de um câncer. 

Fonte: Revista A Pioneira - Setembro e Outubro de 1949 / Acervo Maringá Histórica. 

Projeto do Shopping Maringá 24h - Anos 1990


De propriedade de Gomercindo Antônio Tozzo, o Shopping Maringá 24h foi projetado para a esquina das avenidas Duque de Caxias com a Prudente de Morais. A ideia surgiu depois de o Novo Centro ter entrado em execução, com a extensão de diversas vias que passaram a facilitar a conexão e a valorização dos imóveis localizados na Zona Norte da cidade.

Elaborado por Luty Kasprowicz e Débora Vilanova Kasprowicz, do Grupo Vilakas, o imóvel foi integralmente financiado com recursos próprios da família Tozzo. Contudo, o empreendimento não chegou a ser concluído.


Em 2011, o Grupo Marista iniciou as tratativas para ocupar o local. R$ 10 milhões foram investidos para a conclusão da obra e, em agosto de 2012, seria inaugurado no local o Campus Maringá da PUC PR.

Fonte: Acervo Família Tozzo / Contribuição de Marco Antonio Deprá / Acervo Maringá Histórica.

17 de mai de 2019

VLOG: O Diário do Norte do Paraná


Inaugurado em 24 de junho de 1974, o O Diário do Norte do Paraná funcionou inicialmente em uma estrutura bastante peculiar de alvenaria na avenida Tuiuti. 

Em 1985, a empresa jornalística foi transferida para a sede própria, localizada na avenida Mauá, na Vila Operária. 

Mas, depois de 45 anos de atividades, o O Diário teve decretada sua falência em 15 de abril de 2019, após apresentar uma série de dificuldades financeiras. 

Conheça a história desse que foi um dos mais importantes e representativos jornais do Paraná.