16 de nov. de 2019

Balanço da I EXPOFEMAR - 1972


550 mil pessoas visitaram a I Exposição-Feira Agropecuária e Industrial de Maringá (EXPOFEMAR), que aconteceu no então Parque de Exposições Presidente Emílio Garrastazu Médici (atual Francisco Feio Ribeiro) entre os dias 16 e 28 de maio de 1972.

Constatou-se visitantes vindos do Paraná, do sul de São Paulo e do Mato Grosso. E foram movimentados com a comercialização de bovinos 8 milhões de cruzeiros. 

Fonte: Folha do Norte do Paraná - 30 de maio de 1972 / Gerência de Patrimônio Histórico de Maringá / Acervo Maringá Histórica. 

Reinauguração da praça Raposo Tavares - maio de 1972


Após reformas, melhorias e adaptações, o então prefeito Adriano José Valente reinaugurou a praça Raposo Tavares em 28 de maio de 1972, durante as festividades do Jubileu de Prata da cidade.

Com uma nova proposta arquitetônica, o logradouro foi modernizado para as milhares de pessoas que por ali transitavam diariamente. A tradicional fonte luminosa deu lugar a um moderno espelho d'água. 

O prefeito Adriano José Valente durante seu discurso. 

Participaram da solenidade o prefeito, o padre Sidney Zanettini e o bispo Dom Jaime Luiz Coelho, além de vereadores, secretários municipais e diversos maringaenses. 

Considera-se uma reinauguração porque, oficialmente, essa praça foi inaugurada em maio de 1957, durante as comemorações do décimo aniversário de Maringá.

Fonte: Folha do Norte do Paraná - 30 de maio de 1972 / Gerência de Patrimônio Histórico de Maringá / Acervo Maringá Histórica. 

A chegada dos esportivos SP1 e SP2 - 1972


Em julho de 1972, a Somaco S/A apresentou ao grande público o mais recente lançamento da Volkswagen da época: os esportivos SP1 e SP2. 

A imagem mostra a grande movimentação de pessoas interessadas no interior da concessionária, em Maringá

Segundo o site São in Foco Paulo:

"O modelo SP foi oferecido em 44 cores, sendo 12 metálicas e, de maneira geral, não foi muito bem recebido por suas deficiências. Ele chegava a “apenas” 154 km/h e demorava 17 segundos para chegar a 100 km/h.  Entretanto, pelo seu belo desenho, conquistou muitos fãs e é lembrado até hoje como um charmoso veículo do passado. Apesar de agradar os olhos do público, o veículo também tinha problemas. Os consumidores costumavam dizer que o freio era muito fraco para o carro e que a traseira “saía” muito durante a direção."

Quanto ao folclore do nome, o mesmo site destaca:

"Segundo a Flatout, existem duas razões para essa sigla. A primeira seria a de que a Volks quis homenagear o estado e a cidade de São Paulo e, portanto, adotou a sigla “SP” como forma de executar esse desejo. A segunda versão é a de que SP poderia significar Special Project ou Sport Prototype, sendo apenas uma coincidência o SP."

Fonte: Folha do Norte do Paraná - 19 de julho de 1972 / Gerência de Patrimônio Histórico de Maringá / Acervo Maringá Histórica. 

Incêndio no Auto Serviço Novo Posto - 1972


Em 30 de junho de 1972, um incêndio de grandes proporções causou pânico no centro de Maringá. 

O acidente ocorreu em um posto de combustíveis chamado Auto Serviço Novo Posto. Localizado na esquina das avenidas Brasil com a Paraná, o fogo teve origem quando José Ferreira da Silva acendeu um fósforo perto da boca enquanto um dos caminhões do posto fazia o serviço de abastecimento em um dos reservatórios de gasolina 

Embora o Corpo de Bombeiros tenha chegado prontamente ao local, os prejuízos foram gigantescos. O posto não estava segurado. 

Fonte: Folha do Norte do Paraná - 1º de agosto de 1972 / Gerência de Patrimônio Histórico de Maringá / Acervo Maringá Histórica. 

Avenida Paraná e Delegacia - 1972


Raro registro da avenida Paraná em julho de 1972.

Ao fundo vemos o prédio da Delegacia de Maringá. Popularmente conhecido como "casarão amarelo", nome dado pelo repórter policial Lenin Schimidt, o local ficou em evidência a partir de 1967, quando o garoto Clodimar Pedrosa Lô foi torturado em uma de suas salas até a morte. A partir daquele momento, por meio da imprensa, veio à tona diversos outros casos similares. 

Fonte: Folha do Norte do Paraná - 30 de julho de 1972 / Gerência de Patrimônio Histórico de Maringá / Acervo Maringá Histórica. 

Inauguração do Cinerama Ouro Preto - Setembro de 1972


O Cinerama Ouro Preto foi inaugurado em 2 de setembro de 1972, às 12h. O evento contou, inicialmente, com a benção do padre Sidney Zanettini. Depois, o prefeito Adriano José Valente fez o uso da palavra. Finalizando a solenidade o diretor da Rede Paranaense de Cinemas, Romulo Veronezzi, falou em nome dos investidores. Ao final, o padre Sidney Zanettini junto do prefeito Adriano Valente e Odwaldo Bueno Netto descerraram a fita inaugural.  

Momento da fala de Romulo Veronezzi, diretor da Rede Paranaense de Cinemas. 

Fachada do Cinerama Ouro Preto, estrutura de estilo colonial.

Localizado na avenida Brasil, próximo da praça Rocha Pombo, esse foi considerado um dos cinemas mais modernos da região na época. Anteriormente o espaço havia sido ocupado pelo Cine Paraná. 

Com estilo colonial em referencia ao seu nome, sua direção ficou sob gestão de uma organização constituída por Antonio Augusto Caminhotto, Celso Garcia Cid, Orlando Pesarini, Romulo Veronezzi, Tommasco Rotondo, Omero Ortensi e Odwaldo Bueno Netto. A propriedade do empreendimento estava vinculada às empresas Vila Rica e Ouro Verde, de Londrina. 

Fonte: Folha do Norte do Paraná - 3 de setembro de 1972 / Gerência de Patrimônio Histórico de Maringá / Acervo Maringá Histórica. 

VLOG: da Casa Ribeiro a PNEUMAR


Dessa vez, vamos conhecer a saga do pioneiro Francisco Feio Ribeiro.

Imigrante português, chegou em Maringá no ano de 1947, quando, ao lado do irmão, fundou a Casa Ribeiro, empreendimento que se transformou em uma das principais referências do comércio local e regional. Anos depois, outros negócios foram constituídos pela família, entre eles a PNEUMAR. 

Confira a mais esse passeio ao passado.