19 de mai de 2017

Fonte Luminosa - Registro noturno


Registro da Fonte Luminosa, na praça Raposo Tavares, no final da década de 1950.

Destaque para as pessoas que aparecem para assistir a dança das águas e das luzes. Ao fundo, os prédios se iluminam pela avenida Getúlio Vargas. 

A imagem foi feita por Kenji Ueta e, sem dúvidas, trata-se de uma das mais belas fotos da Fonte Luminosa que, durante décadas, foi cartão postal e ponto turístico de Maringá.

Saiba mais sobre o local clicando AQUI

Fonte: Foto - Kenji Ueta / Museu Unicesumar / Acervo Maringá Histórica. 

18 de mai de 2017

Inaugurações da Praça Napoleão Moreira da Silva

A antiga praça da Rodoviária, que outrora abrigou um "Bosque de Essências", foi nomeada praça Napoleão Moreira da Silva em 4 de maio de 1957, por meio da Lei 32/1957. O objetivo foi homenagear o baiano que fora eleito um dos primeiros vereadores e presidentes da Câmara de Maringá, que faleceu em um desastre aéreo naquele mesmo ano.

Em 1960, o então prefeito Américo Dias Ferraz ensaiou a construção de uma fonte luminosa nesse espaço. Prometeu entregá-la em três meses. Não cumpriu a promessa. O projeto fez parte do seu audacioso desejo de edificar algumas fontes pelas praças da cidade.

Durante as comemorações do 15º aniversário de Maringá (10 de maio de 1962), a praça Napoleão Moreira da Silva foi reurbanizada e ganhou os traços arrojados do conhecido arquiteto brasileiro José Augusto Bellucci. As obras foram efetivadas por meio da parceira estabelecida entre a Prefeitura Municipal e a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná.


Descerramento da placa durante a inauguração, após a reurbanização, da praça Napoleão Moreira da Silva, em maio de 1962.

Dez anos depois, em comemoração aos 25 anos de Maringá (maio de 1972), o prefeito Adriano José Valente instalou, por meio de ato solene, o busto de Napoleão Moreira da Silva na praça que leva o mesmo nome. Junto do então prefeito, a esposa do baiano que morreu na tragédia aérea, Armelinda Fernandes Moreira.


Instalação solene do busto de Napoleão Moreira da Silva, em maio de 1972. A obra é de autoria do médico Waldemar Prandi. 

Fonte: Kenji Ueta / Acervo JC Cecílio / Acervo Maringá Histórica.

17 de mai de 2017

O tempo e o templo - Década de 1970

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Nomeado "O tempo e o templo", este é um dos mais belos registros feitos das duas Catedrais (em construção e da estrutura da madeira - Nossa Senhora da Glória) no início da década de 1970. 

A autoria da imagem é de um dos primeiros dentistas que aportaram em Maringá, Laércio Nickel Ferreira Lopes.

Fonte: Foto - Laércio Nickel Ferreira Lopes / Museu Unicesumar / Acervo Maringá Histórica. 

15 de mai de 2017

Peladão e a bandeira do GEM - 1977


Depois de dois jogos do Grêmio de Esportes Maringá (GEM) contra o Coritiba (uma vitória e um empate), o time maringaense conquistou o título de Campeão Estadual em outubro de 1977. Na esteira das festividades, torcedores tomaram conta das ruas da cidade para comemorar a conquista.

Em meio a euforia, um grupo acabou envolvendo o Monumento ao Desbravador (Peladão), na praça 7 de setembro, com a bandeira e o uniforme improvisado do time. Até então, não se havia disponível um registro do ocorrido. Mas, mais uma vez, o fotógrafo Kenji Ueta trouxe uma foto rara - dessa vez, do Peladão em traje alvinegro. 

Em 1999, o Peladão foi novamente alvo dos torcedores locais. Confira o registro AQUI

Fonte: Kenji Ueta / Museu Unicesumar / Acervo Maringá Histórica. 

Desmontagem da Catedral de madeira - 1973


O registro de 1973 mostra a desmontagem da Catedral Basília Menor Nossa Senhora da Glória. Confira a imagem da retirada simbólica da primeira telha dessa estrutura clicando AQUI

O prédio, construído em madeira no final da década de 1950, ficava localizado ao lado da Catedral de arquitetura cônica que foi concluída em 1972. 

Posteriormente, as tábuas dessa estrutura histórica foram utilizadas para a construção de casas populares no Núcleo Social Papa João XXIII. 

Fonte: Kenji Ueta / Gerência de Patrimônio Histórico / Museu Unicesumar / Acervo Maringá Histórica.