16 de jan de 2017

O que restou do Bosque das Essências - 1959


Registro da Rua Santos Dumont, ao lado da Praça Napoleão Moreira da Silva, em outubro de 1959. À esquerda, destaque para o prédio onde funcionou durante décadas a loja Prosdócimo - hoje, o local abriga a sede da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM). 

Na praça, destaque para os tocos que sobraram do Bosque das Essências nativas que era mantido pela Companhia Melhoramentos Norte do Paraná (CMNP). Ocorreu que após do então diretor gerente da CMNP, Hermann Moraes Barros, ter criticado o modo como a prefeitura vinha gerindo o Município, o então prefeito Américo Dias Ferraz, durante a madrugada de 27 de outubro de 1959, ordenou que funcionários públicos derrubassem aquele espaço que preservava perobas, palmitos, marfins, alecrins, canjaranas, entre outros. Quando o dia amanheceu, toda a população foi pega de surpresa.

Saiba mais sobre o ocorrido clicando AQUI. Aquele ato decretaria o fim prematuro da gestão de Américo Dias Ferraz que optou por concluir seu mandato à distância, no escritório de sua empresa (Máquina de Café Santa Luzia), no "Maringá Velho". 

Fonte: Gerência de Patrimônio Histórico / Acervo Maringá Histórica. 

Um comentário:

  1. Eu, embora tivesse apenas uns sete anos de idade, lembro-me dessa praça toda cheia de tocos de árvores. Agora fiquei sabendo a razão disso, graças ao Maringá Histórica. Parabéns!

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