18 de fev de 2011

Avenida Cerro Azul

A Avenida Cerro Azul, provavelmente final década de 1960 ou início do descênio seguinte. Abaixo, do lado esquerdo, o Posto Jomar. Ao centro, a então Praça Caravelas, atual Praça Pedro Álvares Cabral (Patinação). Ao fundo, a área perimetral da cidade, por conta do Cemitério Municipal. As construções e edificações se encerravam ali, apesar dos menos favorecidos não terem opção e acabaram se instalando próximo ao Santo Santo.

O leitor Dr. Aloysio de Lima Bastos dá a contribuição - No comentário que esclarece a foto, você mensiona os menos favorecidos. Me recordo do fato deles terem iniciado uma favela nas imediações da aryal Rotatória da Cerro Azul com a JK. Mas, o JP não consentiu.

Fonte: Museu do CESUMAR / Acervo Maringá Histórica.

4 comentários:

  1. Caro Miguel,

    Acho que esta foto é do início da década de 1970. Deve ter sido tirada do alto da Catedral em construção.
    Nessa época, na região após a atual Avenida JK (antiga Beckman), além do Cemitério, já havia diversos loteamentos, a saber:
    Vila Cleópatra:1949
    Vila Bosque: 1952
    Vila Marumbi: 1954 (antiga Zona do Baixo Meretrício)
    Vila Emília: 1954
    Chácaras Assai 1971 e
    Chácarras Paulista: 1971

    Tinha também a Escola do Padre Kimura; os Frigoríficos Maringá e Luso-Brasileiro Central (com suas respectivas vilas de trabalhadores); o Lar Escola da Criança, Matadouro Municipal, etc.

    Abraços

    Marco Antonio Deprá
    madepra@uol.com.br

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  2. Obrigado Deprá.

    Existiam sim. Alguns acima e outros pra baixo do Cemitério. Contudo, nenhum extremamente próximo ao Campo Santo, como passou a ocorrer na década de 1980.

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  3. Etimologia
    O termo "Cerro" é expressão de origem espanhola e designa morro (elevação montanhosa).[7] A denominação provém da existência de um morro nas cercanias do município. Este cerro em certas ocasiões oferece um perfil de tom azulado, daí a incorporação pelos fundadores do povoado, do nome Cerro Azul.[7]

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  4. BARÃO DO SERRO AZUL
    O REI DA ERVA MATE

    Ildelfonso Pereira Correia foi um empresário inovador. Nasceu em Paranaguá em 6 de agosto de 1849, estudou Humanidades em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas voltou ao Paraná para tocar o seu primeiro engenho de erva-mate em Antonina. Após a construção da Estrada da Graciosa, ele transferiu os negócios para Curitiba e, na cidade, mostrou como era ser um homem com visão moderna para a economia. Manteve comércio com Montevidéu e Buenos Aires. Tornou-se o maior exportador de erva-mate do Paraná e o maior produtor do mundo. Foi um dos fundadores da Imprensa Paranaense, a qual usava para imprimir as embalagens da erva-mate. Também contribuiu com a fundação do Clube Curitibano. Criou ainda a Associação Comercial do Paraná (ACP). O empresário recebeu a comenda Ordem da Rosa, de dom Pedro II, pela prestação de serviços ao monarca. Durante a visita da princesa Isabel a Paranaguá, Ildefonso foi agraciado com o título de barão. O nome Serro (que significa serra, espinhaço) Azul foi uma homenagem a uma vila que existia em Curitiba, a qual ele ajudou a construir, a Vila do Serro Azul. Antes disso, havia o Visconde de Cerro (colina) Azul – título concedido ao militar gaúcho João Pereira Martins, durante o primeiro reinado.

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