1940

Alguns registros históricos preservam Benjamin Alves Feitoza como um dos personagens que participaram da formação de Maringá nas décadas de 1940 e 1950. Um anúncio da época o apresenta como corretor de terras e representante da Byington & Cia., empresa responsável pela comercialização de propriedades rurais na região de Xambrê.
Como também era proprietário da Pensão Olinda (antiga Pensão Belém), situada na rua Bandeirantes (hoje Joubert de Carvalho), Feitoza oferecia hospedagem e alimentação gratuitamente aos que comprassem com ele. Além disso, o corrteor também prestava apoio logístico aos interessados em conhecer as áreas colocadas à venda no Norte do Paraná.
Sua atuação, entretanto, extrapolou o mercado imobiliário. Benjamin exerceu funções na segurança pública como subdelegado, trabalhando ao lado do coronel Haroldo Cordeiro, além de integrar os primeiros quadros de despachantes de veículos da cidade. Segundo relatos de familiares, ele teria ganhado notoriedade ao enfrentar sozinho dois assaltantes armados durante o primeiro assalto ao Banco do Brasil em Maringá.
Casado com Espedita Isabel Feitosa, Benjamin construiu uma história marcada pela atuação em diferentes esferas da vida pública. Em reconhecimento à sua contribuição, uma via no Jardim Colonia Verde, no nordeste de Maringá, recebeu seu nome.

Sua memória permanece viva graças aos documentos preservados e ao empenho de sua família, especialmente de seu filho, Hélio Flores (segunda foto), que reuniu relatos e informações sobre a trajetória do pai.
Fontes: contribuições de Hélio Flores / Acervo Maringá Histórica.
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