1952
Antes da estrada de ferro alcançar a Maringá, as pessoas chegavam à cidade por meio terrestre e aéreo. Em carros, ônibus e caminhões, muitas famílias de colonos e investidores se aventuraram pelas estradas precárias para estabelecer negócios ou iniciar nova vida na região em formação. Seja por meio de aviões próprios, fretados ou em linhas comerciais, não era diferente a situação do campo de aviação.
Diante de poucos instrumentos, muitos improvisados - como as luzes de lampião que eram acesas para indicar a localização da pista -, o tráfego aéreo era intenso. Sobretudo pela alta demanda dos aviões fretados de pequeno porte, que facilitavam cobrir médias distâncias em pouco tempo.
Uma das empresas do ramo era a Aéro Taxi Maringá Ltda., fundada por Victor da Silva Neubern e Carlos Eduardo Bueno Netto em 1951. Um ano depois, a Aerotal, sigla utilizada à época, possuía quatro aeronaves: um Beechcraft Bonanza, dois Cessna 170 e um Cessna 140.
Seus quatro pilotos somavam, juntos, 14.500 horas de voo.

Instalada ao lado do hangar do Aero Clube de Maringá, no campo de aviação, às margens da avenida Gastão Vidigal, na Zona 8, a empresa teria seu nome alterado posteriormente para Táxi Aéreo Maringá, quando adotou a sigla Tama. Então, um escritório seria aberto em frente à praça da Rodoviária (hoje, Napoleão Moreira da Silva), na avenida Brasil.
Em 1953, o campo de aviação passou a contar com um terminal de passageiros construído em madeira, de autoria do arquiteto José Augusto Bellucci. Após melhorias, o espaço seria inaugurado oficialmente em 1957, quando foi nomeado Aeroporto Regional Dr. Gastão Vidigal.
Fontes: O Malho, edição VI de 1952 / Acervo Maringá Histórica.
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