O fim do Bosque das Essências - 1959

1959

Entre 1958 e 1959, Hermann Moraes Barros, diretor gerente da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, elaborou uma série de artigos que criticaram certas posturas da administração do então prefeito Américo Dias Ferraz (1956-1960).

Américo encontrou uma forma de se vingar. Como a colonizadora cultivava um bosque de essências nativas (perobas, cedros, palmitos, marfins, alecrins, canjaranas, entre outras) na Praça Napoleão Moreira da Silva, o prefeito convocou os funcionários municipais para retiraram essa área verde durante a madrugada do dia 27 de outubro de 1959. No dia seguinte, o bosque havia sido dizimado para a surpresa de todos.


Bosque das Essenciais, localizado na Praça Napoleão Moreira da Silva (anteriormente conhecida como Praça da Rodoviária)

Anníbal Bianchini da Rocha, então diretor da Companhia e sucessor de Luiz Teixeira Mendes no projeto de arborização de Maringá, criticou a atitude do então prefeito por meio do Jornal de Maringá de 30 de outubro daquele ano (basta clicar para ampliar a imagem):


Fonte: Cartilha educacional - Maringá: urbanização e arborização. A história da arborização da Cidade Canção (2011) / Acervo Família Pietrobon e Bianchini / Acervo Museu Bacia do Paraná / Acervo Maringá Histórica.

Compartilhe

Inscreva-se

* respeitamos nossos inscritos, não enviamos spam.

Inscreva-se

* respeitamos nossos inscritos, não enviamos spam.

Cookies: nós captamos dados por meio de formulários para melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.