7 de dez de 2012

Restaurante Monte Líbano


O Restaurante Monte Líbano foi fundado em 1962, durante a solenidade de inauguração da então Rodoviária Municipal (que foi nomeada Américo Dias Ferraz, anos mais tarde). O estabelecimento, de propriedade de Eid Kamel El Ghoz, passou a atender como um bar de portas abertas para o público que passava por Maringá. Isto porque atrás da Rodoviária também funcionava a Estação Ferroviária da cidade, sendo final de linha e a saída para Paranavaí, Umuarama e Campo Mourão.

O restaurante permaneceu aberto nesta loja até final de 1967. Em meados de 1968, o restaurante alterou seu ponto dentro da mesma rodoviária, porém como o público se tornou mais exigente,  optou-se em criar um ambiente mais familiar. Com isso, montou-se um bar e restaurante onde as pessoas tinham que abrir a porta para entrar. O ambiente foi equipado com ar-condicionado, guardanapos de pano, talheres finos, copos de cristais, telefones nas mesas (para a época, um grande feito).




Registros do momento da inauguração do Restaurante Monte Líbano na Rodoviária Municipal, na segunda metade da década de 1960. Na primeira foto, Dr. Luiz Moreira de Carvalho, então prefeito, e a 1ª dama Esmeralda Moreira de Carvalho, abrem as portas do estabelecimento junto do casal El Ghoz.


Em 1978, houve a necessidade de ampliar as estruturas, pois o empreendimento se tornou pequeno. Foi quando Eid resolveu transferir o restaurante para a Avenida Anchieta, 1.055, em frente ao Parque do Ingá (no local funcionava a residência da família), onde está até os dias atuais, permanecendo com os serviços do melhor da cozinha árabe com temperos de especiarias do Oriente Médio.

O libanês Eid dirigiu o restaurante Monte Líbano até 1991, depois de quase 30 anos de fundação. O trabalho foi assumido por dois dos quatro filhos: Eid Kamel El Ghoz Junior e Eidmar Kamel El Ghoz, conhecido em Maringá como Turquinho.

Eid Kamel El Ghoz morreu no dia 06/12/2012, aos 87 anos, deixando um legado de um dos melhores e mais movimentados restaurantes da cidade.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná / Arquivo Família El Ghoz.

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