5 de ago de 2018

Pavilhão de Exposições de Maringá (azul) - 1992

Em 7 de maio de 1992 um novo equipamento foi inaugurado para atender feiras e ações comerciais da cidade. Com 10 mil m², o Pavilhão de Exposições de Maringá foi erguido no Parque de Exposições - área administrada pela Sociedade Rural de Maringá.

Construído ao longo de dez meses com verbas municipais por meio da arrecadação de recursos do IPTU, a primeira parte da obra foi entregue durante a realização da Expoingá daquele ano e custou US$ 800 mil. A segunda parte foi orçada em mais US$ 400 mil.

O pavilhão era uma antiga demanda da classe empresarial local, que cobrava a infraestrutura para melhor adequar eventos de grande porte, potencializando, assim, o turismo de negócios.

A obra foi executada pela Construtora Entecco, de Maringá, e pela Alusud Engenharia, Montagens e Serviços, de São Paulo, que utilizaram moderna tecnologia. A novidade foi a estrutura espacial que cobre a grande área sem a necessidade de colunas de sustentação no meio do espaço – só há uma coluna central e oito laterais.

Pavilhão de Exposições de Maringá no mês de sua inauguração. Percebe-se ainda a inexistência dos fechamentos laterais. 

Houve uma articulação por parte da prefeitura para que as entidades de classe se comprometessem a realizar feiras e eventos no Pavilhão de Exposições, de modo a dar uso ao novo equipamento.

Anos depois, o local recebeu o nome de Pavilhão de Exposições Christina Helena Barros, empresária que havia morrido afogada após ser eletrocutada, durante um temporal, em frente ao seu estabelecimento na avenida Brasil, ao lado da praça Rocha Pombo, em 1999. Helena Barros era promotora de eventos e irmã do ex-prefeito Ricardo Barros.

O equipamento também ficou conhecido popularmente como Pavilhão Azul. 

Fonte: Centro de Documentação Luiz Carlos Masson / Acervo Maringá Histórica. 

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